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14 de janeiro de 2011

Tentei te Ensinar




Tentei de ensinar
Explicar
Conversar
Superei todos os teus medos
Só para te mostrar

Quando se falta coragem para
Ouvir
Falar
Escutar
Acreditar
Sonhar
Um amor mesmo infinito
Não consegue suportar

Tentei por várias vezes te dizer
Um amor mesmo que grande
Quando falta ousadia
E até mesmo cumplicidade
Tende a se perder
Não consegue viver

Foi isso que aconteceu entre nós
Foi por isso que deixei tudo acontecer.
Que deixei você terminar
Que deixei você se perder.
Razão hoje tão certa na minha vida
O encontro desenhado que eu queria
Busquei alguém assim em muitos cantos
E por destino certo... tenho você: Meu Querido
Resposta divinal de sentimentos...
Tu és prá mim... além de amor:
A paz de espírito!

12 de janeiro de 2011

Não Somos Nada Além!



Faço-me apenas palavras; nada além de umas rimas e de algumas outras expressões que tua alma absorve lentamente. Dou-te apenas palavras; essas representações de sentimentalidade que poucos vivem no dia a dia. Basta-me, cristalinamente, como a melhor maneira de presentear-te com aquilo que também tens dentro de ti, mas que não sabes transcrever. De forma sutil, dou-te asas, para que possas voar sobre o mundo de correntes e de âncoras que tentam te afundar sorrateiramente. Dou-te cores, para que possas colorir esse universo gris que toma conta de muitos dos teus dias. Dou-te paisagens, passagens, amor. Definitivamente, dou o melhor que existe dentro de mim, porque não somos nada além disso;
Não somos nada além do melhor que existe dentro de nós.

Perto das Estrelas



Eu que esperava ouvir apenas tuas verdades, ouvi apenas mentiras. Eu que esperava ver o sol e teus dias coloridos, vi apenas as tuas trevas em noites frias e tempestuosas. Eu que esperava ganhar o teu amor, ganhei apenas teu ódio. Eu que esperava ter a tua paz, ganhei apenas a tua guerra. Eu que esperava tua maior amizade, ganhei um grande inimigo. Eu que esperava viver pouco, ganhei dias de vida, para combater todo o teu egoísmo, tua soberba e tua psicopatia. Eu que esperava viver pouco, ganhei a vida eterna. Assim, aprendi que não importam as mentiras, não importam as trevas, não importa o ódio, não importam as guerras, não importam as inimizades. Importa sim a vida que trilhamos para conseguirmos uma vida eterna. Tolo é você e todos aqueles que se julgam superiores a mim; infelizes de espírito aprofundam suas raízes no lamaçal de vida medíocre; enquanto isso, eu livre, vôo perto das estrelas!

A EXPRESSÃO DA SENTIMENTALIDADE


Embora tivesse uma convicção formada em relação a sentimentalidade e - principalmente - ao seu potencial de transmissão pelas pessoas, hoje – através de simples experiência empírica envolvendo um texto (um poema) – cheguei a conclusão que todas as pessoas são imutáveis em sua expressividade e emotividade; ou seja, não importa idade, cor, sexo, credo, raça, religião ou partido político, as pessoas conseguem ou não se expressarem pelo que sentem. Neste contexto, algumas conseguem demonstrar tudo aquilo que sentem e outras simplesmente não conseguem.

E essa expressividade ou não da sentimentalidade é imutável, não se transforma e nem tampouco se altera. É como criatura e criador, ou seja, a criatura jamais será o criador e o criador jamais será a criatura. É como a própria arte da criação e da observação. Algumas pessoas apenas observarão a obra de arte enquanto outras desenvolverão a obra de arte; algumas conseguirão expressar sua arte e outras, com medo de fazê-la, deixarão a suas idéias e seus sonhos passarem “in albis”.

Na máxima, algumas demonstram para seus animaizinhos de estimação porque é mais fácil do que demonstrarem para o próprio ser humano. Algumas demonstram para si mesmas porque são extremamente narcisistas. Algumas outras – esquecem-se delas mesmas – conseguem demonstrar para seus filhos, pais e parentes, porque têm facilidade apenas e tão somente para demonstrarem-na para os mais próximos e não para elas mesmas. Outras, contudo, em sua grande maioria, não vão conseguir demonstrar nunca e absolutamente nada nem para elas mesmas e nem tampouco para nenhum outro ser vivente.

Algumas pessoas conseguirão expressar tudo aquilo que desejam, que sentem e que querem em relação a sua emoção e sentimentalidade – expressarem inclusive diretamente para com outro ser humano; mas outras, a margem do acaso e da própria vida – sucumbir-se-ão em meio aos medos, incertezas e dúvidas, deixando de expressar seu melhor e maior sentimento, deixando de viver sua maior emoção e, por conseguinte, morrendo – infelizmente – com a vontade de dizer presa a garganta.

Ah, e como eu nunca escondi nada de você, como sempre achei que a melhor forma de melhorarmos tudo entre nós era mantermos a nossa expressividade; para não perder a forma e nem tampouco deixar passar em branco aquilo que sinto, eu só queria te lembrar mais uma vez o que nunca esqueço:




Eu sou apaixonado por você!

COMEÇAR UM ANO NOVO...



Os fogos de artificio brilharão temporariamente no céu. Os brindes, as confraternizações entre famílias e amigos... a alegria, a felicidade, a esperança e, principalmente, os propósitos e sonhos... tomará conta de todos. E será exatamente a meia noite - sob todos os ângulos -, que mais se observará a incomensurável felicidade e esperança que está depositada no coração de cada um; felicidade e esperança que transparecerá luminosamente em cada olhar.

Mas nesta data, qual seja, de entrada de um novo ano, a maior necessidade de cada um de nós e a criação de novas esperanças... novos momentos de reflexão, propósitos e de renovação pessoal. A cada entrada de novo ano devemos, necessariamente, fazemos promessas, pensarmos pedidos e criarmos propósitos. E essa é justamente a máxima de cada novo ano... acreditar acima de tudo que esse será sempre melhor que o ano anterior. Acreditar que pelas promessas, pedidos e propósitos conquistaremos a paz, a alegria, o amor, a saúde e o sucesso.

Entrar num novo é como entrar numa roupa nova. Precisamos ter a medida exata do nosso número, bem como sabermos concretamente que aquela roupa nos cairá bem. E é assim o novo ano... uma roupa nova que estaremos experimentando pelos próximos 365 dias... uma roupa nova que estaremos ajustando em cores, pregas, barras, botões, ziper e etc, mormente para torna-la a melhor roupa possível.

Mais precisamente... começar um novo ano é acima de tudo começar uma colheita e também uma semeadura. Começar um novo ano é começar a colher o que se plantou nos anos anteriores e também começar a semear o que se quer colher para os próximos anos.

Alegria, amor, sucesso, emprego, esperança, saúde, amizade... dentre diversas outras promessas, pedidos e propósitos são a nossa roupa nova... a roupa que estaremos experimentando e ajustando pelo ano novo. São, acima de tudo, os frutos e as sementes que deveremos colher e plantar... para o hoje e para o sempre. Pensar e praticar isso, é realmente pensar que daqui para frente o jardim pessoal de cada um de nós será cada vez mais florido e cheio de momentos bons e positivos.

Não se deve todavia desconsiderar para o ano novo... algumas dores, tristezas e frustrações... exemplificadas como as pragas e ervas daninhas do nosso jardim. Mas, lembremo-nos que todo belo jardim... tem suas ervas e pragas daninhas. Por isso, precisamos ser, acima de tudo, bons e fiéis jardineiros. Devemos de hoje em diante pensar que precisamos ser sempre bons e fiéis jardineiros... plantando boas sementes, colhendo bons frutos e, com toda dedicação e paciência, eliminando de nossas vidas as ervas e pragas daninhas.

E que nesse novo ano... como bons e fiéis jardineiros... possamos colher belas flores e bons frutos... traduzidos como as nossas realizações pessoais, amorosas, familiares, interpessoais e profissionais. E que também nesse novo ano consigamos plantar boas sementes – sementes que brotarão em nossas vidas com muito mais sucesso nesse ano novo e também por todos os demais anos de nossas vidas.

Assim... começar um ano novo é começar a plantar e replantar um novo jardim; começar um novo ano é, acima de tudo, recomeçar uma nova vida... uma vida com novos projetos, propósitos, pedidos e promessas. Uma vida com a certeza e o sonho realizados de vitória!

DESEJO



Aos distantes eu desejo mais distâncias; aos ausentes desejo mais ausências. Aos silentes e dou, em retribuição, todo o meu silêncio. Aos que escolhem apenas sobre a opinião dos outros, fudamentando-se naquilo que desconhecem... dou todo o meu desprezo. Mas, entretanto, a todos aqueles que correm atrás de seus sonhos, que fazem acontecer todos os dias e usam de seu livre arbítrio para crescimento pessoal e coletivo... deixo todo o meu respeito! Que os dias daqueles que sonham e fazem os sonhos acontecerem seja repleto dos melhores momentos do mundo. Que o mundo lhes garanta tudo de melhor, tudo de mais perfeito e positivo.

9 de janeiro de 2011

SOBREVIVO




Sobrevivo de histórias boas e más contadas. Dos dias de sol e também das infinitas noites estreladas. Sobrevivo do calor dos dias e também das madrugadas frias. Sobrevivo dos amigos que encontro e dos inimigos que perco... do que sei que é bem certo e de tudo aquilo que desconheço. Sobrevivo do bem e do mal, do que me faz igual e do que me torna desigual. Sobrevivo da esperança na paz e da certeza incomensurável da guerra... dos momentos de achar imediatamente e dos momentos de grande espera. Sobrevivo de encontros e desencontros... de fatos e contos... de erros e pontos. Sobrevivo de cafés (para me manterem acordado); de vinhos (para me manterem embriagado); de poemas (para me manterem apaixonado) e de muitas e muitas paixões (para me manterem vivo). Por fim... sobrevivo acreditando que pouco importa o estado de espírito de todos aqueles que me cercam, acreditando que o mais importante é o meu estado de espírito, o meu melhor estado de espirito. Acreditando que o mais importante é sobreviver sempre e acima de tudo... eternamente feliz dentro de mim mesmo!




Nas asas da liberdade... voei e deixei saudade.

30 de junho de 2010


Sobrevivo de histórias boas e más contadas.
Dos dias de sol e também
das infinitas noites estreladas.
Sobrevivo do calor dos dias
e também das madrugadas frias.
Sobrevivo dos amigos que encontro
e dos inimigos que perco...
do que sei que é bem certo
e de tudo aquilo que desconheço.
Sobrevivo do bem e do mal,
do que me faz igual
e do que me torna desigual.
Sobrevivo da esperança na paz
e da certeza incomensurável da guerra...
dos momentos de achar imediatamente
e dos momentos de grande espera.
Sobrevivo de encontros e desencontros...
de fatos e contos... de erros e pontos.
Sobrevivo de cafés (para me manterem acordado);
de vinhos (para me manterem embriagado);
de poemas (para me manterem apaixonado)
e de muitas e muitas paixões (para me manterem vivo).
Por fim... sobrevivo acreditando
que pouco importa o estado de espírito
de todos aqueles que me cercam,
acreditando que o mais importante
é o meu estado de espírito,
o meu melhor estado de espirito.
Acreditando que o mais importante
é sobreviver sempre e acima de tudo...
eternamente feliz dentro de mim mesmo!
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Adriano Hungaro