27 de dezembro de 2010


"Apronto agora os meus pés na estrada.
Ponho-me a caminhar sob sol e vento.
Eles secam as lágrimas,
Vou ali ser feliz e já volto."

18 de dezembro de 2010

Olhar pra trás...


' Não quero olhar para trás, lá na frente, e descobrir quilômetros de terreno baldio que eu não soube cultivar. Calhamaços de páginas em branco à espera de uma história que se parecesse comigo. Não quero perceber que, embora desejasse grande, amei pequeno. '

15 de dezembro de 2010

Em Teu jardim





Em Teu jardim eu estarei na viração do dia
Esperando por Ti , Senhor
Lá estarei, não fugirei
Pois no sangue me lavei, no sangue do Cordeiro
Eu ouvirei a Tua voz e me achegarei a Ti
Com meus lábios te beijarei
E segurando a Tua mão contigo andarei, sobre as pedras de fogo...

No jardim ouço som do Senhor
Onde estás? Ele pergunta a mim
Aqui estou esperando por Ti
Pois no sangue me lavei, no sangue do Cordeiro
Onde estás? Senhor aqui estou!
Vem comigo? Sim, dá-me Tua mão
Junto a Ti, Senhor, tudo parece voar!
E quando o dia terminar estarei em Teu jardim esperando por Ti

Em Teu jardim eu estarei na viração do dia, dia após dia
Lá estarei, não fugirei
Pois no sangue me lavei, no sangue do Cordeiro
Eu ouvirei a Tua voz e me achegarei a Ti
Com meus lábios te beijarei
E segurando a Tua mão contigo andarei, sobre as pedras de fogo...

No jardim ouço som do Senhor
Onde estás? Ele pergunta a mim
Aqui estou esperando por Ti
Pois no sangue me lavei, no sangue do Cordeiro
Onde estás? Senhor aqui estou!
Vem comigo? Sim, dá-me Tua mão
Junto a Ti, Senhor, tudo parece voar!
Contigo andarei sobre o rio de fogo, amado meu.

Psicologizamos em demasiado a memória, a ponto de somente lembrar o que tem impacto. Nossas dores nos tornam reacionários. O verdadeiro revolucionário é o que ultrapassa sua dor e mexe na alegria.
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto
E que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar ♪


Ela sabia que precisava dele.
Pelo menos naquela noite chuvosa e sem grandes esperanças.
Mas tinha medo da compulsão.
De querer ele sempre e sempre e pra sempre.
E amanhã e depois.
E de dia, e tarde, de madrugada.
E não saber digerir tanto amor e tanto amor
acabar lhe fazendo mal.
Só mais um pouquinho, pensou.
Uma lasquinha. Pra dormir feliz.
Amanhã era amanhã. Depois ela resolvia…
( Desconheço Autoria)

A qualquer distância, em qualquer instante, é possível abrirmos os olhos para dentro, sintonizar o coração e enviar um sorriso de amor.